Associação dos Moradores do Parque Petrópolis.

segunda-feira, outubro 22, 2007

AMPP Blog News No.58 (setembro/outubro)






CONHEÇAM UM POUCO AS ETAPAS DO TRATAMENTO DA ÁGUA:


O tratamento de água é iniciado na barragem do Rio Juquery Mirim. Após ser captada no manancial e chegar à estação de tratamento, a água recebe várias fases de tratamentos diversos enumerados a seguir:

1. Decantação;

Na decantação, areia e partículas de argila, mais pesadas, se depositam no fundo do decantador. O período médio de retenção da água nesses tanques é de três a cinco horas.

2. Floculação;



Floculação é o processo no qual a água recebe substâncias químicas, que são o sulfato de alumínio e a Cal Química. Este produto faz com que as impurezas da água reajam com a substância química, formando compostos maiores e mais pesados, flocos, para serem facilmente removidos no processo seguinte. de hipoclorito, numa proporção que varia de acordo com a qualidade da água e de acordo com o cloro residual que se deseja manter na rede de abastecimento.O cloro é utilizado para desinfecção e é considerado indispensável para a potabilização.


3. Filtração;

Nesta fase, a água passa por várias camadas filtrantes, compostas por areias de granulometria variada, onde ocorre a retenção dos flocos. A água então fica livre das impurezas. Estas três etapas: decantação, floculação e filtração recebem o nome de clarificação. Nesta fase, as impurezas são removidas deixando a água límpida. Mas ainda não está pronta para ser usada. Para garantir a qualidade da água, após a clarificação é necessária a desinfecção.

4. Cloração ou Desinfecção;

A cloração consiste na adição de cloro na água clarificada. Este produto é usado para a destruição de microorganismos presentes na água. O cloro é aplicado em forma de soluções
de hipoclorito, numa proporção que varia de acordo com a qualidade da água e de acordo com o cloro residual que se deseja manter na rede de abastecimento.O cloro é utilizado para desinfecção e é considerado indispensável para a potabilização.

5. Fluoretação;

A fluoretação é uma etapa adicional. O produto aplicado tem a função de colaborar para redução da incidência da cárie dentária.
O flúor que aplicamos na água é o ácido fluossilicico.


6. Análises laboratoriais;

A AMPP contratou um laboratório que processa análises e exames físico-químicos e bacteriológicos destinados à avaliação da qualidade da água.

7. Bombeamento.

Concluído o tratamento, a água é bombeada e armazenada em reservatórios seguindo até as residências através de 84 KM de tubulações espalhadas pelo Parque Petrópolis.
Tubulações:
Antigamente, eram usadas tubulações de ferro nas residências e nas redes (uma parte de brasilite). Esses materiais provocavam inúmeros problemas, como: vazamentos, deterioração dos equipamentos e da qualidade da água.
Atualmente, esses materiais estão sendo substituídos pelo PVC (Policloreto de Vinila), pois é considerado mais adequado, facilita a instalação, os reparos e é mais resistente as rupturas.
É o único plástico que não é produzido unicamente a partir do petróleo. É fabricado a partir da mistura de sal marinho (57%) e petróleo (eteno, 43%).


NOVA TARIFA DA ÁGUA:

Prezado usuário, durante os últimos doze meses houve aumento dos custos que influenciam os valores da tarifa de água da AMPP. Consideramos três fatores na fixação das tarifas: econômico, ambiental e social. O econômico diz respeito ao fato da AMPP não ter nenhuma fonte de receitas se não os pagamentos dos seus cooperativados. Não há milagre: a receita deve cobrir as despesas, os novos investimentos para manutenção do serviço e depreciação do imobilizado. O fator ambiental pesa no critério das tarifas: preço mais baixo o m³ para as faixas de menor consumo. Não devemos nos esquecer que a água é um bem finito e devemos estimular seu uso racional e a economia. Temos quatro faixas de consumo: até 10 m3, de 10,01 a 20 m3, de 20,01 a 50 m3 e acima de 50,01 m3 com preços diferenciados e crescentes por m3. Finalmente o fator social, que considera que, na faixa de consumo mais baixo, há algumas famílias com baixo rendimento. Nesta faixa de consumo a AMPP cobra quase metade do custo real da água. A Diretoria e o Conselho da AMPP, visto o aumento do contrato sindical dos funcionários e de vários insumos, decidiu por um aumento médio de 4,32% no preço da água, quase não afeta os consumos até 20m³ e agravando um pouco a mais nos consumos superiores. Lembramos que o nosso boleto médio é de 21m³ e que o aumento médio até 20m³ é de 3,14%. Decidiu-se, ainda, não alterar o valor da taxa de manutenção, que permanecerá em R$ 14,00.
As tarifas para o próximo boleto referente ao consumo de Outubro de 2007 serão:

Classe de Consumo Valor Antigo Novo Valor

Até 10 m³ R$ 2,37 R$ 2,45
De 10,01 à 20 m³ R$ 3,35 R$ 3,45
De 20,01 à 50 m³ R$ 5,75 R$ 6,06
Acima de 50,01 m³ R$ 6,55 R$ 6,84

Taxa de Manutenção R$ 14,00 R$ 14,00

Mairiporã, 19 de Setembro de 2007

A DIRETORIA E O CONSELHO DELIBERATIVO



VISITE ANTES QUE SE ACABE:

O mar pode não virar sertão. Mas a selva está virando cerrado, e o cerrado, deserto. Os efeitos do aquecimento global já estão acabando com algumas das maiores belezas naturais do Brasil. Rios, matas, ilhas e praias ainda têm que encontrar forças para resistir ao excesso de turistas, desmatamento e ao avanço Foto da Foz do Rio Amazonas (Gurupá norte do PARÁ)
desordenado de plantações e do gado, entre outras ameaças mais palpáveis. Diversas listas e relatórios de ONG’S e governos mostram que o mar, literalmente, não está para peixe. Se nada for feito rapidamente, muitos dos tesouros naturais que hoje conhecemos poderão ser conferidos pelas gerações futuras apenas pela TV.

Uma destas maravilhas é nossa Floresta Amazônica, apesar da recente queda nos índices de desmatamento (19 mil km² em 2005 para 13 mil em 2006), o problema continua sério o suficiente para manter nossa maior floresta em todos os levantamentos de tesouros naturais que correm o risco de sumir do mapa.

A dimensão continental da selva, aliada à falta de vontade política de governantes de ontem e hoje e à ganância de grileiros, madeireiros e de pecuriaristas, formam um coquetel terrível que mata a natureza aos poucos.

Há áreas em que a situação é especialmente crítica, exemplo, o trecho de floresta entre o Pará e o Maranhão, dezenas de espécies endêmicas (existente apenas lá), já foram reduzidas a 23% do que eram e continuam diminuindo.